Rituais de Magia tipo Supernatural e Buffy para Fate Básico

Como um aficionado por histórias do tipo Monstro da Semana, senti falta de um sistema de magia para esse tipo de história. Nelas, os personagens buscam algum ritual já existente no mundo a partir do folclore conhecido dos mitos, religiões e afins. A partir dessa busca, qualquer um com os passos certos como uma receita … Ler mais

O peso da narrativa sobre as mecânicas em Fate Básico

peso narrativo

Fate faz um negócio que NENHUM outro RPG faz. Falo como apreciador de RPGs. Me acompanha. Por causa da regra de bronze, elementos da narrativa podem ter mais peso na história ou não. Uma cidade onde um dos heróis passa por ela só pra obter um item previsto em seus aspectos não precisa ter características … Ler mais

Exemplo de Sessão Zero para uma Campanha de Fate Básico

Olá pessoas!

Juntei três jogadores iniciantes em RPG e fizemos nossa primeira sessão de Fate Básico (temos uma revista muito bacana sobre o assunto aqui e um site com muito material aqui para seu deleite e conhecimento desse sistema bacanérrimo!), comumente chamada pela galera da comunidade de Fate no Facebook de “sessão zero” uma vez que é uma sessão somente para definições e não para o jogo propriamente dito. Como eu sou muito fã de fantasia moderna, a única indicação que dei aos jogadores é que iríamos fazer algo nessa linha, utilizando referências da cultura pop como Supernatural, Buffy e Arquivo X.

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A Devastação Manatômica — Criação com Sparks para Fate Básico

Olá pessoas!

Desde o começo da minha história de amor com o Fate admiro demais a flexibilidade que o sistema tem para criarmos praticamente qualquer coisa, sobretudo utilizando as regras de Ouro, Prata e Bronze do sistema. Essas regras contribuem para que eu possa fluir com o jogo principalmente por eu ser muito de improvisar características das histórias. Não sou do tipo de narrador que prevê tudo que irá acontecer em uma campanha. Sou mais de criar algumas ilhas para onde os jogadores navegarão. A navegação em si pode levá-los, inclusive, para lugares que não previ, o que é bom. A sinergia do grupo acaba sendo priorizada dessa forma, visto que passo a responder aos jogadores de acordo com suas ações ao invés de simplesmente impor situações em que eu acharia legal ou gostaria que acontecessem.

Há pouco tempo conheci o Sparks graças ao Fate Masters. Foi amor a primeira vista. Chamei amigos para jogar e disse: bora tentar criar algo? Surgiu A Devastação Manatômica!

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Utilizando Granadas de Mão para Melhorar suas Sessões

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Granadinha em Apex Legends

Fate Básico (ou Fate Core) mudou minha vida RPGística. Venho de uma época em que os RPGs tentavam modelar o cenário. Não só GURPS (meu sistema do coração por anos) fazia isso. Jogos “old school” também. Clássicos como Storyteller (Mago, a Ascensão, Vampiro, a Máscara etc) ou mesmo o D&D 3.5 oferecia estatísticas para tipos diferentes de armas, armaduras, habilidades, simulavam golpes e dano, descreviam a ordem de ação, tinham regras particulares para venenos… tentam repetir a física de um mundo numa história de ficção.

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RPG sem Pontos de Vida: o que Fate ensina sobre dano e consequências

Sempre me incomodei um pouco com jogos em que o personagem parece uma grande bola de pontos de vida.

Pensa num herói que acabou de fugir de seus perseguidores, tomou pancada, caiu de algum lugar e terminou tudo isso com pouquíssimos PV. Na cena seguinte, ele bate o dedinho na quina de um móvel. Matematicamente, chegou a zero. Morreu?

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