Mundo das Trevas para Leigos, parte 4: Criando Personagens

imagem do personagem retratado no post

Esta é a parte 4 da minha série Narração para Leigos na qual crio guias para ajudar tanto narradores iniciantes quanto veteranos. Eu não escrevo um post assim há algum tempo. Eu perdi a motivação, fui engolido pelo trabalho da escola e simplesmente tive a impressão eu ninguém estava lendo isto. Agora eu estou com o vento em minhas velas e buscando compartilhar o que eu conheço.

Nesta parte eu cobrirei meu conhecimento em como criar um personagem não só para Vampiro, a Máscara como o narrador, mas também em outros jogos, como jogador ou mesmo em servidores de “play by post”. Vamos começar!

Mundo das Trevas para Leigos, parte 2: Missões de Mistério

Então, aqui vai uma introdução. Existem missões de “investigação” e de “mistério” e há mistérios em seu jogo. Qualquer coisa pode ser um mistério em um jogo, desde a localização do refúgio do Príncipe a o que o primogênito Toreador gosta de beber. Entretanto, isso não são missões de mistério. Uma missão de mistério é forma única que propõe um mistério e desafios para o grupo resolver.

Mundo das Trevas para Leigos, parte 1: Escrevendo conteúdos

Sou Bobby, sou um DM (Dungeon Master, termo utilizado em inglês para referir ao mestre de jogos de D&D) há muuuuuuito tempo (sinto muito se eu estou usando uma terminologia errada; estou há um tempo no modo D&D depois do fim da minha última campanha) e um Narrador (mestre de jogos da linha do Mundo das Trevas) novo. Eu tenho experimentado e algumas vezes jogado Vampiro, a Máscara (VaM) desde o ensino médio. Ir de D&D para Vampiro é uma coisa que chocantemente percebi como poucos ajudam.

Implementando as Frentes de Apocalypse World em Fate

Após ler sobre as Frentes em Apocalypse World e Dungeon World, percebi que essa é uma ferramenta extremamente poderosa para criar aventuras onde os jogadores têm um controle maior sobre o que poderá acontecer em jogo. Acredito que isso deixa qualquer aventura mais interessante.

Apesar de Fate fazer uma abordagem semelhante (Eventos de Aspecto – Fate Ferramentas do Sistema) a explicação existente em jogos que usam a Apocalypse Engine é mais abrangente e detalhada. Sendo assim, resolvi fazer uma revisão de Frentes, adaptando a ideia para Fate. Para isso, também tomei como parâmetro, o material oficial já existente para Fate.

Exemplo de Sessão Zero para uma Campanha de Fate Básico

Olá pessoas!

Juntei três jogadores iniciantes em RPG e fizemos nossa primeira sessão de Fate Básico (temos uma revista muito bacana sobre o assunto aqui e um site com muito material aqui para seu deleite e conhecimento desse sistema bacanérrimo!), comumente chamada pela galera da comunidade de Fate no Facebook de “sessão zero” uma vez que é uma sessão somente para definições e não para o jogo propriamente dito. Como eu sou muito fã de fantasia moderna, a única indicação que dei aos jogadores é que iríamos fazer algo nessa linha, utilizando referências da cultura pop como Supernatural, Buffy e Arquivo X.

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Utilizando Granadas de Mão para Melhorar suas Sessões

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Granadinha em Apex Legends

Fate Básico (ou Fate Core) mudou minha vida RPGística. Venho de uma época em que os RPGs tentavam modelar o cenário. Não só GURPS (meu sistema do coração por anos) fazia isso. Jogos “old school” também. Clássicos como Storyteller (Mago, a Ascensão, Vampiro, a Máscara etc) ou mesmo o D&D 3.5 oferecia estatísticas para tipos diferentes de armas, armaduras, habilidades, simulavam golpes e dano, descreviam a ordem de ação, tinham regras particulares para venenos… tentam repetir a física de um mundo numa história de ficção.

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